“Nesta madrugada (dia 6) foram registadas 33 mortes na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo. A situação está sob controle o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e a polícia militar estão nas alas do referido presídio”, refere um comunicado da secretaria estadual.

A maioria das vítimas foi decapitada e os seus corpos mutilados, avança o o jornal Estado de São Paulo. Segundo o site da Globo, a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo é a maior unidade prisional de Roraima e até outubro do ano passado acolhia mais de 1. 400 presos, o dobro da sua capacidade.

Não foi o primeiro conflito registado no local. Em outubro de 2016 uma rebelião entre membros de fações rivais deixou 10 mortos nesta cadeia brasileira.

No domingo um motim prisional no estado do Amazonas deixou 56 mortos. Também se registaram motins em outras cadeias da região de Manaus.

Dezenas de presos fugiram do Instituto Penal Antonio Trindade (Ipat) e muitos ainda são procurados pela polícia.

Os motins em prisões instalaram uma crise no sistema penitenciário brasileiro e o Governo federal teme que membros das três maiores organizações criminosas do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, Comando Vermelho (CV), que controla o crime organizado no Rio de Janeiro, e a Família do Norte (FND), com atuação no norte e nordeste, iniciem uma série de motins em outras unidades prisionais brasileiras.

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