“Tenho a honra de falar neste dia de declaração do fim da doença pelo vírus Ébola” na Guiné-Conacri, declarou o responsável da OMS, Alfred Ki-Zerbo, durante cerimónia oficial em Nzérékoré, onde a doença reapareceu no final de janeiro.

“Gostaria, em nome do Chefe do Estado (Presidente Alpha Condé), de declarar o fim do ressurgimento da doença do vírus Ébola na República da Guiné-Conacri”, indicou por sua vez o ministro da Saúde daquele país, o clínico geral Rémy Lamah.

Dezasseis casos foram confirmados e sete apontados como prováveis foram identificados durante esta última epidemia na Guiné-Conacri. Onze doentes recuperaram e 12 morreram, de acordo com um comunicado da OMS hoje publicado.

Um balanço anterior dado na quinta-feira apontava para cinco mortos.

A epidemia de 2021 foi rapidamente derrotada por comparação com 2013-2016, altura em que se propagou à Libéria e Serra Leoa.

Entre o final de 2013 e 2016, a pior epidemia do mundo desde a identificação do vírus em 1976 matou mais de 11.300 pessoas, sobretudo na Guiné-Conacri (2.500 mortos), Libéria e Serra Leoa, três dos países mais pobres do mundo.

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