Na solenidade, realizada no Vaticano, o papa convidou todos os responsáveis católicos a “entrar em contacto com a existência concreta dos outros”, o “drama humano real”, para dar a conhecer ao mundo “a força revolucionária da ternura de Deus”.

A celebração começou com a bênção dos pálios, uma insígnia litúrgica de honra e jurisdição da Igreja Católica.

Segundo a agência Ecclesia, os pálios foram colocados na noite anterior junto do túmulo do apóstolo Pedro, o primeiro papa da Igreja Católica, e foram transportados durante a celebração para junto de Francisco.

Os 14 novos cardeais criados pelo papa na quinta-feira, entre os quais o até agora bispo de Leiria-Fátima António Marto, participaram nesta missa que teve orações em aramaico (língua falada por Jesus e usada ainda hoje na liturgia da comunidade católica no Iraque), português, chinês e japonês.

A solenidade de São Pedro e São Paulo trouxe a Roma, como é tradição, uma delegação do patriarcado ecuménico de Constantinopla (Igreja Ortodoxa).

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