O bloco composto pelo Democratas (DEM), Partido Progressista (PP), Partido da República (PR), Partido Republicano Brasileiro (PRB) e Solidariedade chegou a negociar com outros candidatos, mas decidiu apoiar Alckmin.

Embora a candidatura de Alckmin ainda tenha que ser formalizada numa reunião do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) marcada para 4 de agosto, o ex-governador surge como um nome forte na corrida porque o apoio destes cinco partidos lhe dará mais tempo de televisão na propagando eleitoral do que os restantes candidatos que vneham a formalizar a entrada na eleição.

Escândalos de corrupção e uma grave crise económica estão entre os fatores que indicam que as próximas presidenciais brasileiras devem ser as mais disputadas dos últimos anos e os candidatos que já lançaram seu nome para o escrutínio têm se esforçado para costurar alianças.

Já lançaram candidatura ao cargo de Presidente do Brasil o deputado ligado à extrema-direita Jair Bolsonaro, que lidera em alguns cenários ou aparece em segundo lugar nas sondagens de intenção de voto, e o ex-governador do Estado do Ceará, Ciro Gomes, que ocupa a quarta posição na preferência dos eleitores.

Ambos, porém, não conseguiram formalizar alianças com partidos que não terão nomes próprios lançados no pleito presidencial e ainda tentam expandir suas bases de apoio.

O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera as sondagens, mas está preso após ter sido condenado em duas instâncias da Justiça brasileira dificilmente terá a campanha aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do Brasil, mas irá oficializar sua candidatura pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no dia 04.

A ambientalista Maria Silva, que também deve oficializar a sua candidatura no mesmo dia 04 de agosto, aparece em terceiro lugar nas sondagens de intenção de voto, mas assim como Bolsonaro e Ciro Gomes não tem apoio de outras formações além da sua, a Rede Sustentabilidade.

Os outros candidatos que formalizaram campanha nas presidenciais são o líder do movimento Sem Teto Guilherme Boulos, o economista Paulo Rabello de Castro PSC e a ativista sindical Vera Lúcia.

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