Falando aos jornalistas à margem do desfile que assinala o Dia do Trabalhador, em Lisboa, o líder comunista assinalou que, na discussão da nova Lei de Bases da Saúde, o partido apresentou "um projeto de Lei" e tem "propostas concretas" nesta área.

"Pensamos que a questão central que está colocada é conseguir clarificar e separar as águas em relação ao Serviço Nacional de Saúde, geral, universal, gratuito e de qualidade, e não transformar uma área tão sensível, um direito tão sensível numa área de negócio", salientou, advogando que "esta promiscuidade com o privado não pode ser, tem que haver essa clarificação".

Segundo Jerónimo de Sousa, é por isso que o PCP se bate "pelo fim das PPP" (Parcerias Público Privadas).

Considerando serem "precisos avanços e clarificação" no que considerou ser a "promiscuidade entre público e setor privado", o comunista pediu que "não se adiem essas medidas urgentes e mais emergentes para tantos portugueses que sofrem com esses atrasos", notando que "a discussão da Lei de Bases é necessária".

Jerónimo sustentou que a aprovação da nova lei "não impede que sejam tomadas medidas de emergência, tendo em conta a situação em que se encontram muitos utentes carenciados de meios, carenciados de profissionais, carenciados de financiamento".

"Não há nenhuma norma impeditiva com esta Lei de Bases que está em vigor", rematou.

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