“Aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excecional, incomparável, único. Ele é o pelé do basquete. Ela é a pelé do ténis. Ela é a pelé da dramaturgia brasileira”, lê-se no texto da Michaelis.

A inclusão de ‘Pelé’ no dicionário foi o resultado de uma campanha da Fundação Pelé, que recolheu 125.000 assinaturas na Internet em poucos meses. A campanha foi apoiada pelo Santos, o clube onde “O Rei” jogou a maior parte da sua carreira desportiva, e pelo grupo de comunicação social Globo.

A Academia Brasileira de Letras (ABL), que rege a língua no país onde vivem dois terços dos falantes de português, lançou o seu próprio dicionário em 2021, mas ainda não inclui a palavra “Pelé”.

Edson Arantes do Nascimento ‘Pelé’, considerado por muitos como o maior jogador de futebol de todos os tempos, morreu a 29 de dezembro de 2022 aos 82 anos de idade, resultado da falência de múltiplos órgãos devido ao cancro do cólon de que sofria.

Até agora, é o único jogador a ter ganhado três Taças do Mundo com a sua equipa nacional: na Suécia em 1958, no Chile em 1962 e no México em 1970.

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