“São 17 feridos ligeiros”, dos quais “16 espanhóis e um português”, disse à Lusa o major Vieira, do Comando Territorial de Évora da GNR, tendo outra fonte da Guarda, que se encontra no local do acidente, confirmado a mesma informação.

Inicialmente, fontes da GNR e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) divulgaram que o choque em cadeia ocorrido na A6, entre a fronteira do Caia e Elvas, tinha provocado 16 feridos ligeiros.

O número de feridos subiu para 17 porque “o português que foi assistido no local”, num primeiro momento, passou a apresentar “mais queixas e teve de ser transportado para o hospital de Elvas, passando a ser contabilizado como ferido”, explicou à Lusa o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre.

“Os 16 feridos espanhóis foram transportados para o hospital em Badajoz, alguns deles em ambulâncias” do país vizinho que “também integraram o dispositivo de socorro” e os outros em ambulâncias dos bombeiros portugueses, indicou o CDOS de Portalegre.

O acidente, que envolveu um total de cinco veículos pesados de mercadorias e seis viaturas ligeiras, ocorreu ao quilómetro 156 da A6 no sentido fronteira do Caia-Elvas, ou seja, no sentido de Espanha para Portugal, e o alerta foi dado às 07:54.

Segundo o INEM e a GNR, os feridos espanhóis têm entre os 24 e os 56 anos.

O trânsito continuava cortado, cerca das 12:40, no sentido Badajoz-Elvas, até ao nó de Elvas da A6, tendo a GNR dito à Lusa desconhecer quando é que a circulação automóvel, que está a ser feita por uma estrada alternativa, poderá ser retomada na autoestrada.

As operações de socorro mobilizaram vários meios do INEM, bombeiros de Elvas e Campo Maior, GNR e de autoridades espanholas.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Tiago Bugio, admitiu à Lusa que a causa da colisão possa ter sido a fraca visibilidade devido ao nevoeiro.

"Havia fraca visibilidade na altura" do acidente, devido ao "nevoeiro cerrado" na zona entre a fronteira do Caia e a cidade de Elvas, disse.

Contudo, o capitão José Amaral, do Destacamento de Trânsito de Évora da GNR, em declarações aos jornalistas no local do desastre, assegurou que continuam por apurar as causas do acidente.

“Neste momento, ainda não temos as causas apuradas. Há de ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação”, assinalou, escusando-se a confirmar a hipótese de o nevoeiro poder estar na origem do sinistro: “Não posso confirmar isso, depois há de ser determinado no relatório”.

(Notícia atualizada às 13h11)

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