Num anúncio publicado hoje na imprensa, o SPAC anunciou que a reunião terá lugar no próximo dia 28 de fevereiro, num hotel em Lisboa, com dois pontos a debate.

O primeiro passa pela “análise e discussão da situação laboral” na companhia aérea, incluindo “os descontos nos vencimentos relativos à formação”.

O segundo ponto tem como objetivo a “análise, discussão e deliberação sobre a estratégias e medidas a adotar” face às questões debatidas no ponto anterior “as quais poderão determinar o recurso a formas de luta laboral”, lê-se no mesmo anúncio.

Em novembro de 2018, o presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves adiantou que estava a cobrar 30 mil euros aos pilotos que entram para a formação da companhia.

Segundo uma notícia do Correio da Manhã, de outubro do ano passado, os pagamentos estavam a ser feitos todos os meses, com um desconto no vencimento dos profissionais.

Nos primeiros nove meses do ano passado, a TAP registou prejuízos acumulados de 111 milhões de euros que atribui a “variações cambiais sem impacto na tesouraria”, de acordo com um comunicado divulgado em novembro.

“A TAP S.A. apurou um prejuízo acumulado, nos primeiros nove meses do ano, de 111 milhões essencialmente devido a variações cambiais sem impacto na tesouraria. Excluindo esta variação cambial, o lucro líquido consolidado do grupo TAP, no terceiro trimestre de 2019, foi de 61 milhões de euros positivos, compensando em mais 50% o prejuízo gerado no primeiro semestre de 2019”, avançou a companhia, nessa altura.

A empresa tinha registado quase 120 milhões de euros em prejuízos nos primeiros seis meses de 2019.

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