Segundo um comunicado da autoridade, as buscas realizadas no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira foram presididas por três magistrados do Ministério Público.

A operação policial, que ocorreu no âmbito de inquéritos titulados pelo DIAP [Departamento de Investigação e Ação Penal] de Porto Este-Penafiel, deu também cumprimento a seis mandados de detenção.

A edição online do Correio da Manhã refere que entre os detidos na operação se encontram-se cinco guardas prisionais.

Fonte oficial da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais nada adiantou a este propósito, mas referiu que a força especial da Guarda Prisional colaborou hoje com a Polícia Judiciária em buscas realizadas que se estenderam, além de cadeia de Paços de Ferreira, aos estabelecimentos prisionais do Porto, Santa Cruz do Bispo - masculino, Vale de Judeus e Monsanto.

“Esta Direção-Geral reitera a sua disponibilidade de combate constante às atividades ilícitas em contexto prisional e de colaboração permanente com as autoridades policiais e judiciais, uma vez que, como tem sido repetidamente afirmado, tem tolerância zero para com todo o tipo de atividades ilícitas”, sublinhou a Direção-Geral.

Sublinhando que se trata de atividades “praticadas por um número muito diminuto de trabalhadores”, releva, contudo, que “mancham o bom nome dos serviços e da esmagadora maioria dos profissionais que, com honestidade e dedicação, neles trabalham”.

A operação de buscas foi coordenada pelo Ministério Público e devidamente articulada com a Polícia Judiciária, que anunciou esclarecimentos adicionais sobre o caso na tarde de hoje.

[Notícia atualizada às 13h52]

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