A procuradoria de Heidelberg e o departamento regional de investigação criminal de Baden-Württemberg divulgaram um comunicado em que afirmam que o homem, que não tem antecedentes criminais e está em prisão preventiva, foi detido em sua casa, na localidade de Ulm, sem resistir.

Os investigadores consideram pouco provável que o homem tenha enviado mais encomendas armadilhadas e continuam a analisar as provas recolhidas.

A primeira bomba que alegadamente terá enviado foi endereçada à sede da empresa Wild, em Eppelheim, e feriu uma pessoa ao explodir, no dia 16.

A segunda, que chegou à sede da rede de supermercados Lidl, em Heilbronn-Neckarsulm, fez três feridos.

Um outro pacote armadilhado foi intercetado no dia 17 num centro de distribuição de correio do aeroporto de Munique e o seu destino era a empresa Hipp, da Baviera, que faz comida para bebés.

Segundo o jornal Bild, os remetentes serão nomes falsos com moradas que correspondem a residências de estudantes.

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