José Yunes, ex-assessor de Temer, foi temporariamente detido pela Polícia Federal em São Paulo, assim como o coronel João Batista Lima Filho, amigo de longa data do Presidente brasileiro, o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi e o empresário Antônio Celso Grecco, dono da Rodrimar, uma empresa que opera no Porto de Santos.

Todas as prisões foram autorizadas pelo juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso, que instrui uma investigação no mais alto tribunal do país sobre o pagamento de subornos num caso ligado a um decreto assinado pelo Presidente brasileiro.

As prisões fazem parte de uma investigação que começou em setembro do ano passado após as delações premiadas (ajuda em investigações em troca de benefícios penais) do empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, e de Ricardo Saud, ex-executivo do grupo.

Ambos entregaram à polícia brasileira gravações em que o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, que também é investigado neste caso, aparece a negociar com a Rodrimar um suposto pagamento de suborno para conseguir alterações num decreto relativo ao setor de portos que foi assinado por Michel Temer.

Quando a investigação começou, tanto o Presidente do Brasil quando a empresa Rodrimar negaram que tenham cometido qualquer ilegalidade.

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