"Vou avançar com uma ação judicial amanhã [quinta-feira]", disse o dirigente, depois de receber uma mensagem explícita — na qual estava a sua morada em Marselha — no Twitter, adiantou o jornal L'Equipe. "Infelizmente é assim", acrescentou.

Muitas vezes alvo de protestos no estádio Vélodrome, Eyraud é frequentemente atacado nas redes sociais pelos adeptos do clube.

Com a hashtag #PrimeSurLaTeteDeJHE — algo como "a cabeça de JHE a prémio" — um dos tweets questionava: "Quem está doido para ir à Commanderie [centro de treinos do Marselha] e esperar pela saída de JHE, nós seguimo-lo, pomos um saco na cabeça, fita na boca, três balas na cabeça, afogado com 50kg de correntes nos pés".

O autor do tweet iria remover posteriormente a publicação, justificando que reconhecia que se tratava "de um tweet estúpido que procurava alvoroço", escreveu. "É claro que apresento minhas desculpas à pessoa visada, caso tenha levado a minha irritação à letra", acrescentou.

"Nunca na minha vida faria nada à pessoa em questão, @jheyraud. A minha raiva vai continuar a ser manifestada via boicote ao estádio do Vélodrome e aos produtos do OM", garantiu o adepto.

A ameaça de morte ocorreu após uma conferência de imprensa dada pelo treinador André Villas-Boas, na qual o treinador português, muito popular entre os apoiantes do Olympique, expressou o seu desejo para que o clube não vendesse nenhum dos seus jogadores nesta janela de mercado de inverno.

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