“A questão decisiva foi a migração. Os britânicos encontraram uma resposta para resistir”, disse o chefe do governo húngaro, em declarações à rádio Kossuth.

Orbán acrescentou que vai respeitar a decisão dos britânicos, argumentando que “é um direito de todas as nações decidirem o seu próprio destino”.

“Bruxelas deve ouvir a voz das pessoas”, acrescentou Viktor Orbán, referindo que acredita “numa União Europeia forte, capaz de dar respostas que a fazem mais forte, como, por exemplo, em relação às migrações”.

Orbán disse também que a “Hungria acredita na União Europeia”, mas acusa Bruxelas de não saber dar respostas ao “problema das migrações”.

Os eleitores britânicos decidiram que o Reino Unido vai sair a União Europeia, depois de o 'Brexit' ter conquistado 51,9% dos votos no referendo de quinta-feira, segundo os resultados finais.

Os defensores da saída do Reino Unido tiveram 17,41 milhões de votos, indicam os dados divulgados no portal da BBC, após ter terminado o apuramento em todos os 382 círculos eleitorais.

Já os partidários da permanência do Reino Unido na União Europeia obtiveram 16,14 milhões de votos.

A taxa de participação no referendo foi de 72,2%.

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