De acordo com a agência de notícias italiana ANSA, os migrantes terão sido deixados por um barco a poucos metros de uma praia na região de Agrigento, fugindo de seguida divididos em pequenos grupos pelas estradas locais e pelo campo.

Este terá sido mesmo o maior desembarque dos últimos anos na costa siciliana, mas nos últimos dias repetiram-se as chegadas ilegais em diversos pontos do sul do país.

Já hoje, outras 52 pessoas atingiram com um barco de apenas 10 metros a costa da ilha de Linosa, perto de Lampedusa, onde, no dia anterior, seis tunisinos conseguiram atracar com um pequeno barco. Também no sábado chegaram outros 20 refugiados, a bordo de um barco de borracha, a uma praia em Marsala, no leste da Sicília.

Pela primeira vez desde o início da fase de desconfinamento no país - na sequência do pico da pandemia de covid-19, que fez mais de 32 mil mortos desde fevereiro -, um barco com sete pessoas atracou também na Sardenha, na noite de sexta-feira.

Segundo os dados do Ministério do Interior, datados de sexta-feira, chegaram em 2020 a Itália, pelo menos, 4.445 migrantes.

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