De acordo com o balanço da agência francesa de notícias, hoje às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa), 957.948 pessoas morreram em todo o mundo e 30.849.800 foram infetadas, das quais pelo menos 20.871.300 já estão recuperadas.

O número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções. Alguns países testam apenas casos graves, outros priorizam o teste de rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de teste.

No sábado, 5.089 novos óbitos e 291.505 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de novas mortes no seus relatórios recentes são a Índia com 1.133 novas mortes, os Estados Unidos (786) e o Brasil (739).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 199.268 mortes para 6.766.631 casos registados, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 2.577.446 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 136.532 mortes para 4.528.240 casos, a Índia com 86.752 mortes (5.400.619 casos), o México com 73.258 mortes (694.121 casos) e o Reino Unido com 41.759 mortes (390.358 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 95 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Bélgica (86), Espanha (65), Bolívia (65) e Brasil (64).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 85.279 casos (10 novos entre sábado e domingo), incluindo 4.634 mortes e 80.477 recuperações.

A América Latina e as Caraibas totalizaram até às 12 horas de hoje 322.661 mortes para 8.709.926 casos, a Europa 225.223 mortes (4.825.798 casos), Estados Unidos e Canadá 208.518 mortes (6.909.376 casos), a Ásia 124.713 mortes (7.183.805 casos), o Médio Oriente 42.093 mortes (1.788.575 casos), a África 33.829 mortes (1.401.274 casos) e Oceânia 911 mortes (31.053 casos).

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades ou publicação tardia dos dados, os números do aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

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