“Todos os líderes ibero-americanos exprimiram a nossa inquietação quanto à deriva que se verifica lá em baixo. O Presidente argentino, o Presidente do México, o Presidente do Brasil e eu próprio”, declarou o chefe do governo espanhol durante a cimeira do G20, em Hamburgo, na Alemanha.

“Estamos todos de acordo em reclamar para a Venezuela uma solução democrática, pacífica e negociada, que passe em primeiro lugar pela libertação de todos os prisioneiros políticos e a organização de eleições livres e democráticas”, acrescentou.

Mariano Rajoy (Espanha), Mauricio Macri (Argentina), Enrique Peña Nieto (México) e Michel Temer (Brasil) subscrevem a posição.

Leopoldo Lopez, feroz e emblemático opositor ao presidente Nicolas Maduro, saiu hoje da prisão após três anos atrás das grades, sendo transferido para a sua residência por razões humanitárias invocadas pelo Supremo Tribunal venezuelano.

Mas restam muitas centenas de “prisioneiros políticos”, segundo a oposição.

Nicolas Maduro, muito impopular e confrontado com manifestações quase diárias há mais de três meses que fizeram mais de 91 mortos, anunciou a eleição a 30 de julho de uma Assembleia Constituinte, rejeitada pela oposição, que a considera uma manobra para se manter no poder.

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