Reino Unido

No total, o número de pessoas infetadas é de 318.484. O Reino Unido registou também hoje mais cinco mortes totalizando 41.366 desde o início da pandemia, e nas últimas 24 horas 128 pacientes com a doença foram internados em hospitais britânicos.

O Reino Unido modificou esta semana os seus critérios para atribuir uma morte ao novo coronavirus, que agora leva em consideração apenas pessoas que morrem em 28 dias após terem testado positivo pela primeira vez num teste de PCR.

Após essa mudança, o número oficial de mortos em hospitais, lares e residências foi reduzido em mais de 5.000.

A quarentena de viajantes da França, Holanda e Malta entrou em vigor no sábado, pelo que os que chegam ao Reino Unido provenientes destes países têm de cumprir um confinamento de 14 dias, da mesma forma que os espanhóis.

A região da Inglaterra continuou, no sábado, com o levantamento de algumas restrições, que permitem a realização de espetáculos teatrais e musicais em espaços fechados, a abertura de pistas de bowling e casinos e a retoma de alguns tratamentos em centros de estética e tatuagens.

Para incentivar o consumo, o Governo lançou um plano que vai custar 500 milhões de libras (552 milhões de euros) com o qual subsidia até 10 libras (11 euros) para refeições em restaurantes britânicos de segunda a quarta-feira.

O surgimento de surtos obrigou a fechar restaurantes e a limitar a mobilidade, pelo menos mais uma semana, nas cidades inglesas de Manchester e Leicester e na escocesa de Aberdeen.

Itália

A Itália registou 479 novos casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, um número inferior ao dos dias interiores, mas que se pode justificar pela diminuição dos testes realizados, avança a EFE.

Depois de ter registado, este sábado, 626 novos diagnósticos de covid-19, numa semana em que se registaram números superiores ou próximos de 500 casos por dia, a Itália observa hoje uma diminuição nos casos diários, com 479.

Sobe, assim, para 253.915 o total de casos registados no país desde a pandemia.

O número de mortes diárias também diminuiu face aos últimos dias, registando-se quatro mortes, elevando para 35.396 o número total de mortes devido à covid-19.

Apesar da quebra, o Governo italiano planeia fechar discotecas em todo o país, já que os estabelecimentos de divertimento noturno podem estar na origem de novos focos de infeção, explica a EFE.

Enquanto durante a primeira onda da pandemia e nos meses de confinamento a região italiana mais afetada foi a Lombardia, nos últimos dias a maior incidência de novos casos está em Veneto, uma região no norte do país, cuja capital é Veneza.

Véneto registou, nas últimas 24 horas, mais 78 casos, seguindo-se a região de Lácio, com capital em Roma, com 68 novos casos.

Segundo as autoridades italianas a origem dos novos contágios está associada à chegada de turistas ao país, a italianos que regressam de férias no estrangeiro e a atividades de lazer noturnas.

Nos aeroportos de Fiumicino e Ciampino, ambos em Roma, começam hoje a funcionar as zonas de testagem à covid-19 para passageiros que venham de países “de risco”.

Desde o dia 13 de agosto que as autoridades de saúde estão a controlar todas as pessoas que chegam de Espanha, Malta, Grécia, Croácia, considerados destinos de risco.

O Ministério da Saúde italiano decretou na passada quarta-feira a obrigação de realizar testes de despiste à covid-19 nas 48 horas seguintes à chegada a Itália a todos os que vêm destes quatro países, se não tiverem feito nenhum teste nas 72 horas anteriores ao regresso.

Esta tarde reúnem-se os governadores das regiões, que podem decretar o encerramento das discotecas e espaços de dança em todo o país, uma medida que, até agora, vigorava apenas em Calábria e Basilicata.

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