De acordo com o diploma, o Metropolitano de Lisboa foi autorizado a repartir os encargos relativos à empreitada de ampliação e reformulação da estação de Arroios, já que o contrato do encargo financeiro de 4,6 milhões euros (acrescido de IVA) se celebra em dois anos.

Desta forma, para 2017 serão destinados 1,5 milhões euros, enquanto para 2018 estão destinados 3,1 milhões euros, pode ler-se na portaria.

Em novembro passado, o presidente do Metropolitano de Lisboa, Tiago Farias avançava que as obras arrancariam no verão desde ano, altura em que na linha Verde voltariam a circular composições com seis carruagens, uma das reivindicações da Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa.

A "obra profunda” na estação de Arroios irá passar “a permitir a utilização em pleno de seis carruagens na Linha Verde [que liga Telheiras ao Cais do Sodré], que é um aspeto fundamental para promover maior oferta na rede global”, porque atualmente só circulam três carruagens devido ao tamanho do cais da estação, afirmou.

Esta obra, tal como uma outra prevista para a estação do Areeiro, para “alargamento do cais norte”, é “prioritária no orçamento de 2017”.

Em outubro, o ministro do Ambiente (que tutela os Transportes) anunciou no Parlamento que o Governo vai investir 20 milhões de euros nas obras de requalificação de algumas estações do Metropolitano de Lisboa, como Arroios e Areeiro.

"Vinte milhões de euros estarão inscritos no Orçamento do Estado do próximo ano", disse na altura João Pedro Matos Fernandes aos deputados.

Além das obras em Arroios e no Areeiro, está ainda prevista a requalificação das estações do Colégio Militar, Cais do Sodré e Olivais.

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