Numa nota enviada à agência Lusa, o órgão máximo do partido entre congressos refere que o presidente do Aliança, Pedro Santana Lopes, “propôs ao Senado que aprovasse a marcação de um congresso extraordinário para antes do prazo do mandato”.

De acordo com a mesma nota, Santana Lopes alegou duas razões maioritárias: “a necessidade de reestruturar e clarificar o rumo político da Aliança após o ciclo eleitoral que findou em 2019” e a “projeção do trabalho do partido nos próximos tempos, atentas também as eleições regionais dos Açores em 2020 e as eleições presidenciais e autárquicas do ano seguinte”.

Fonte oficial do Aliança disse à Lusa que a proposta “não foi posta a votação”, e que a decisão foi remetida para a próxima reunião do Senado, agendada para o início do próximo ano.

Apesar de o líder do partido não ter apresentado ainda uma proposta para a data de realização deste congresso extraordinário, a mesma fonte estimou que poderá acontecer “no primeiro semestre de 2020”.

Na reunião que decorreu em Torres Vedras, no distrito de Lisboa, foram também eleitos “alguns novos membros para o Senado, a Comissão Executiva e o Gabinete de Auditoria, na sequência do que havia sido decidido na reunião anterior, em Outubro, em Lisboa, de reforçar estes órgãos nacionais”.

O encontro permitiu também a “homologação das eleições para os órgãos distritais pela Comissão Jurisdicional Nacional”, tendo sido ainda apresentadas as contas do ano, incluindo campanhas eleitorais e do congresso que decorreu em Évora.

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