A rede, assente em Málaga, utilizava Espanha como país de trânsito, e cobrava às vítimas 25 mil euros pela facilitação de passaporte espanhóis falsificados ou roubados, transporte e alojamento até ao destino final, de acordo com a Polícia Nacional espanhola, citada pela agência de notícias espanhola Efe.

Na província de Málaga foram detidos 14 dos 15 supostos líderes da organização, assim como mais 42 pessoas acusadas de venderem documentação espanhola por valores entre os 500 e os 3 mil euros.

O líder da rede foi intercetado no aeroporto de Heathrow quando ia viajar para o Brasil para fugir à polícia, e outras 44 pessoas com nacionalidade iraniana foram localizadas em diferentes aeroportos europeus com passaportes falsificados, num total de cerca de 100 detidos.

A investigação foi dirigida por um juiz de instrução da Audiência Nacional e contou com a colaboração da Europol, que deslocou os seus analistas para Málaga, do SEF português e da polícia metropolitana de Londres.

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