“É verdade que eras tão viciado em sexo que a meio dos jogos saías para ter sexo, entre os vários períodos de jogo?”, perguntou Dr. Oz, apresentador de um dos mais famosos talkshows norte-americanos a Darryl Strawberry, antiga estrela da Major League Baseball, a liga de Baseball norte-americana.

“Sim, era louco”, disse o antigo atleta dos New York Mets, Los Angeles Dodgers, San Francisco Giants e New York Yankees. “Era uma estilo de vida completamente louco”, sublinhou.

Strawberry falou ao público, pela primeira vez, sobre o seu vício aquando da publicação da sua autobiografia “Don't Give Up on Me”, mas foi na entrevista com Dr. Oz que o ex-atleta deu a conhecer o ambiente louco dos balneários nos 80 e 90 e da ajuda que os seus colegas, no tempo dos Mets, lhe davam - “íamos ao balneário a meio dos jogos e tínhamos pequenas festas. Era um vício. Os meus colegas ajudavam-me a esconder as coisas”, confidenciou.

Uma das histórias mais polémicas da altura em que jogava aconteceu no período em que esteve em Nova Iorque, ao serviço dos Yankees, em 1999, quando Strawberry foi suspenso por 140 jogos depois de ter tentado ter sexo com uma mulher que era… uma polícia à paisana.

Quatro vezes campeão da World Series, Darryl Strawberry assume que “era viciado”, mas que se curou. “Tenho uma esposa maravilhosa e ajudamos quem precisa”, disse o basebolista, que é agora um homem devoto à religião e que integra vários projetos solidários em que ajuda pessoas com desequilíbrios emocionais.

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