"O MP não tem esse direito, há prazos para a investigação e esses prazos acabaram a 18 de outubro", referiu José Sócrates, questionado pelos jornalistas à entrada para a conferência "Direitos, Liberdades e Garantias", em Barcelos.

Para José Sócrates, a Procuradora-Geral da República está a permitir que o MP se coloque "numa posição "absolutamente insustentável", ficando "sob suspeita" em todo o processo da Operação Marquês.

"Sob suspeita de não cumprir prazos legais, de ter abusado dos seus poderes e de não ter dirigido a investigação a um crime mas ter posto todos os seus poderes ao serviço de uma perseguição a alguém", acrescentou.

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