“Vamos a Lisboa dizer que só não há dinheiro para quem trabalha – há milhões para banqueiros, parcerias público-privadas, indemnizações chorudas e ‘boys’ partidários, mas não há dinheiros para serviços públicos”, disse aos jornalistas o presidente do sindicato, André Pestana, em Coimbra.

O líder sindical, que falava em conferência de imprensa no final de uma reunião com comissões sindicais de greve do norte a sul do país, garantiu que a luta dos professores e profissionais de educação vai continuar e que o pré-aviso de greve em vigor até ao final de março vai ser prolongado até 16 de abril.

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