Esta posição foi transmitida aos jornalistas pelo líder parlamentar do PS, Carlos César, um dia depois de os taxistas terem decidido levantar os seus protestos contra a lei das plataformas eletrónicas de transporte de passageiros.

Carlos César congratulou-se com estes desenvolvimentos, que surgiram na sequência de uma reunião, na quarta-feira, "a pedido das associações representativas dos taxistas" com o PS.

No entanto, logo a seguir, Carlos César frisou que o Grupo Parlamentar do PS "apoia a lei que foi aprovada na Assembleia da República".

"No âmbito da Comissão para a Descentralização, que brevemente iniciará os seus trabalhos, o PS proporá que seja incluída também uma reflexão sobre a eventual atribuição às autarquias de competências em matéria de regulação e gestão de transporte de passageiros em veículos caraterizados e não caraterizados", disse.

Mas, salientou também o líder da bancada socialista, "o PS não aprovará nenhuma alteração à legislação que entrará em vigor, até ocasião posterior a que essa Comissão de Descentralização produza algum documento ou alguma opinião".

Os taxistas estiveram em protesto desde o passado dia 19, até quarta-feira, contra a entrada em vigor, em 1 de novembro, da lei que regula as quatro plataformas eletrónicas de transporte que operam em Portugal: Uber, Taxify, Cabify e Chauffeur Privé.

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