Trata-se da segunda vez que um líder estrangeiro participa nesta reunião, depois de Tony Abbott, então primeiro-ministro australiano, em 2014, relata a imprensa local.

Habitualmente reservado ao chefe do governo japonês e a ministros chave, o conselho foi criado no final de 2013, inspirado no modelo dos Estados Unidos e por iniciativa do primeiro-ministro Shinzo Abe.

“É importante que a senhora May tenha sido convidada para participar neste importante órgão de decisão para a segurança e diplomacia”, comentou o porta-voz do governo, Yoshihide Suga.

Este convite acontece dois dias depois do lançamento por Pyongyang de um míssil que sobrevoou o Japão antes de desaparecer no oceano Pacífico.

Num jantar informal na quarta-feira, em Quioto, Theresa May e Shinzo Abe insistiram na necessidade de colaborar para aumentar a pressão sobre a Coreia do Norte, ao mesmo tempo que instaram a China a ter um maior papel na situação, segundo um comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros.

O Reino Unido tem defendido novas sanções internacionais contra Pyongyang, que passam pelo regresso de trabalhadores expatriados da Rússia e da China, uma importante fonte de rendimento para as autoridades norte-coreanas.

Da visita de May constou também uma deslocação à base naval norte-americana na região de Tóquio com o ministro japonês da Defesa, Itsunori Onodera.

A líder britânica deixa na sexta-feira o Japão, depois de se encontrar com o imperador Akihito.

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