Contactada pela agência Lusa sobre o encerramento, fonte da DGPC disse que o monumento encerrou na quarta-feira por razões de segurança, "devido às condições climáticas severas que se fizeram sentir", causadas pela depressão Bárbara.

Por se encontrar mesmo junto à linha de água, em caso de mau tempo, com agitação marítima e chuvas fortes, a Torre "deixa de reunir condições de segurança para público e funcionários, pelo que se torna necessário encerrar", justificou a mesma fonte.

Desta vez, o mau tempo provocou danos nos sistemas elétrico, de segurança e de bilhética, indicou, situação que “está a ser alvo de verificações, reparações e substituições”.

Por esta razão, a Torre de Belém "vai permanecer fechada ao público, por tempo indeterminado", até os danos estarem resolvidos, e abrirá em data "a anunciar oportunamente, assim que a normalidade dos sistemas seja reposta, e se verifiquem todas condições de segurança necessárias para acolhimento ao público".

O monumento, que é anualmente um dos mais visitados de Lisboa e do país, foi construído no século XVI como torre de defesa da barra do Tejo, e tornou-se ao longo do tempo um dos ícones da imagem arquitetónica histórica da capital.

Está classificada como património nacional desde 1907 e, desde 1983, como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

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