O Tribunal Penal de Minia sentenciou a prisão perpétua, o que no Egito equivale a 25 anos, os islamitas deste grupo no âmbito do caso denominado de “atos de violência em Al Adua”, uma aldeia situada na provícia de Minia.

Além disso, condenou à pena de morte quatro islamitas, 16 pessoas a 10 anos de prisão e outras 10 a três anos, todos pelos mesmos crimes, segundo a mesma fonte.

Em 2015, um tribunal de recurso suspendeu a pena de morte sentenciada a 183 alegados seguidores da Irmandade Muçulmana, entre eles Mohamed Badía, neste mesmo caso.

Os arguidos foram condenados por homicídio, homicídio na forma tentada, roubo, uso de força, ataque contra instalações públicas, fogo posto e posse ilegal de armas de fogo.

Os factos remontam a agosto de 2013, quando uma onda de violência assolou a aldeia de Al Adua, na província de Minia, após o desmantelamento de vários acampamentos, onde os islamitas protestavam contra a destituição pelos militares do então Presidente, o islamita Mohamed Morsi.

Desde o golpe militar de destituição de Morsi em julho de 2013, numerosos membros e dirigentes da Irmandade Muçulmana foram perseguidos pela juatiça egípcia, acusados de terrorismo e de incitarem à violência, entre outros delitos.

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