“Não vou dar detalhes sobre as declarações do Presidente na quarta-feira. Tomará a decisão que considera melhor para os Estados Unidos”, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, em conferência de imprensa.

Donald Trump discutiu hoje o assunto com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, o rei Abdullah II, da Jordânia, e o presidente do Egito, Abdelfatah Al Sisi.

A porta-voz referiu que Trump tem “uma ideia bastante clara” da decisão que quer tomar, depois de “um processo de deliberação bastante amplo” por parte das agências do seu Governo.

Questionada sobre se o Presidente norte-americano tinha avaliado a violência que poderia desencadear na região com um possível reconhecimento de Jerusalém como a capital israelita, Sarah Sanders disse que foram avaliadas “uma série de questões”.

Segundo a Efe, nas conversas com Abbas, Al Sisi e o rei Abdullah II, Donald Trump expressou a sua intenção de mudar de Tel Aviv para Jerusalém a embaixada norte-americana em Israel.

Durante a campanha para as eleições presidenciais em 2016, Trump garantiu que iria fazer essa mudança, com a Casa Branca a avançar nos últimos dias que a questão não era se iria fazer a mudança, mas sim quando a iria efetuar.

Uma lei dos EUA de 1995 solicitava a Washington que mudasse a sua embaixada para Jerusalém, mas essa medida nunca foi implementada, porque os presidentes Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama adiaram sua implementação, a cada seis meses, com base em “interesses nacionais”.

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