"É, na defesa intransigente dos interesses da freguesia, que manifestamos assim a nossa frontal oposição à intenção manifestada pelo Governo e pela Administração do Metro de Lisboa de avançar com a conclusão da designada linha circular de Lisboa antes do alargamento da rede a norte, nomeadamente à Portela e a Loures”, refere a autarquia do distrito de Lisboa em comunicado.

Na quarta-feira o Governo lançou o concurso para a construção das novas estações Estrela e Santos e o consequente prolongamento das linhas Amarela e Verde, num investimento de 210 milhões de euros até 2023.

“É fundamental que a Junta de Freguesia de Moscavide e Portela expresse a sua tristeza e repúdio pela decisão de não incluir no quadro dos investimentos prioritários da Metro de Lisboa a ligação à Portela”, aponta a nota, concluindo que esta opção “resulta em graves prejuízos para as pessoas e vai contra as apostas das grandes áreas metropolitanas europeias”.

A União de Freguesias de Moscavide e Portela é presidida pelo socialista Ricardo Lima.

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