O avião desapareceu a 8 de março de 2014 depois de decolar de Kuala Lumpur, com destino a Pequim. Alguns destroços que pareciam ser da aeronave foram encontrados no Oceano Índico, mas nenhum vestígio dos 239 passageiros, a maioria deles de origem chinesa.

A busca marítima, a maior da história, foi interrompida quase três anos após a tragédia, em janeiro de 2017.  As causas do desaparecimento, o maior mistério da aviação civil moderna, provocam várias especulações.

Na manhã desta segunda-feira, as famílias das vítimas e muitos jornalistas estavam na entrada do tribunal do distrito de Chaoyang, em Pequim. Jiang Hui, que perdeu a mãe na tragédia do MH370, disse à AFP que o início do processo é "reconfortante e um ponto de viragem".

"Foram dez anos foram insuportáveis para nós, os parentes", acrescentou Jiang, que citou a "deterioração das condições de vida" de algumas pessoas, que foram privadas do apoio económico. "Eu espero que a ajuda jurídica possa acontecer o mais rápido possível", afirmou Jiang, que usava um chapéu branco com as palavras "Rezem pelo MH370".

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