Em Londres, tudo se encaminhava para que o encerramento da época fosse de consagração para Novak Djokovic, que continuará como líder do 'ranking'. Mas assim não 'entendeu' o germânico, de 21 anos, um dos mais jovens de sempre a conquistar o Masters.

Para Zverev, este é o triunfo mais importante na carreira, repetindo os triunfos germânicos de Boris Becker (1992 e 1995) e Michael Stich (1993).

Garante-lhe, além de um cheque de 2,5 milhões de euros, 1.300 pontos para o 'ranking', o que implica saltar para o quarto lugar da hierarquia, pelo segundo ano consecutivo - agora bem mais próximo dos melhores, já que fica a apenas 35 pontos do suíço Roger Federer.

Praticamente imparável desde o verão, Djokovic procurava no O2 Arena igualar os seis títulos de Federer, mas, na final, Zverev não lhe deu hipóteses, mantendo-se sempre no comando do marcador.

Sem serviços quebrados até à final, o sérvio cedeu uma vez no primeiro 'set' e três no segundo, percebendo-se claramente que o jovem alemão estava ao seu melhor de sempre.

Mais cedo, disputou-se a final de pares, com os norte-americanos Mike Bryan e Jack Sock a vencerem os franceses Pierre-Hughes Herbert e Nicolas Mahut por 5-7, 6-1 e 13-11.

Para Mike Bryan, esta é a quinta vez que triunfa na final - as quatro anteriores com o irmão Bob, que está lesionado desde maio.

A dupla norte-americana tem sido 'letal' e desde que se formou já triunfou em Wimbledon e no Open dos Estados Unidos.

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