A estreia de Ansu Fati nos eleitos de Luis De la Fuente surge um dia depois de a FIFA ter informado a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) da validação da documentação enviada para o tornar selecionável para as seleções espanholas.

Ansu Fati foi chamado para substituir o seu colega de equipa Carles Pérez, que saiu dos convocados devido a problemas musculares, e a sua integração na preparação do jogo frente a Montenegro, na terça-feira, de qualificação para o Europeu2021, será feita o mais rápido possível.

O avançado nasceu na Guiné-Bissau em 2002 (16 anos) e mudou-se para a Andaluzia aos seis anos de idade. Após dar os primeiros passos futebolísticos no Sevilha, foi contratado pelo FC Barcelona e, no início desta temporada, chegou à primeira equipa.

Fati tornou-se em 31 de agosto, em Pamplona, o jogador mais jovem a marcar pelo Barcelona na Liga espanhola, com 16 anos e 304 dias, destronando o hispano-sérvio Bojan Krkic, numa lista de precocidade em que o ‘astro’ argentino Lionel Messi surge em terceiro lugar.

Recentemente, em 20 de setembro, o Conselho de Ministros aprovou a proposta da ministra da Justiça, Dolores Delgado, e a atribuição, por decreto real, da nacionalidade espanhola, na sequência de um pedido submetido pela RFEF e apoiado pelo Conselho Superior de Desportos (CSD).

Em 2013, Ansu Fati deixou os escalões de formação do Sevilha para assinar pelo Barcelona, com o qual tem um contrato de acordo com a legislação da FIFA prevista para menores de idade até 2022, com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros.

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