Segundo o presidente da autarquia covilhanense, Vítor Pereira, foi necessário fazer "uma retificação de áreas", uma vez que o terreno cedido em fevereiro de 2016 no Bairro da Alâmpada, na Boidobra, tinha 13.655 metros quadrados a o clube solicitou o seu alargamento, para 29.600 metros quadrados.

O contrato prevê a cedência do direito de superfície do terreno por 20 anos, renováveis por períodos de 10 anos, e destina-se à construção da Academia de formação do clube, ao abrigo de um programa de colaboração com a Federação Portuguesa de Futebol.

Em julho último, durante a formalização do acordo entre os presidentes da autarquia e do Sporting da Covilhã, José Mendes, dirigente serrano, anunciou a intenção de em outubro ter em curso as terraplanagens do local, situado perto do Complexo Desportivo da Covilhã, para tentar em dezembro ter construído o primeiro campo sintético para os escalões de formação.

A prioridade, acentua o presidente do Sporting da Covilhã, é a construção de dois campos artificiais e os oito balneários de apoio.

Só depois se inicia a construção das restantes estruturas, nomeadamente um relvado e o edifício principal, com 15 quartos, cozinha, refeitório, salas de estudo e a possibilidade de albergar jogadores dos escalões de formação e também do plantel principal, segundo indicou José Mendes.

Vítor Pereira, presidente do município, sublinha, em declarações à agência Lusa, que a decisão da autarquia é uma forma de "dar azo à vontade manifestada pelo clube que também acompanhamos", realça.

"Vai valorizar os jovens talentos da modalidade, ocupar os jovens, dar-lhes formação", acrescenta Vítor Pereira.

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