“Não imagino o resultado. Espero um jogo apertado, no qual saibamos aproveitar os espaços, se é que nos vão dar algum, sabendo que o segundo jogo é em nossa casa e o nosso rival está habitual a fazer golos”, disse o técnico argentino.

Simeone, que perdeu as finais de 2014, em Lisboa, e 2016, em Milão, para os ‘merengues’ no prolongamento (4-1) e nas grandes penalidades (5-3), respetivamente, anteviu uma missão complicada.

“Imagino um jogo complexo. Taticamente, quem melhor colocar as peças, possivelmente a sua equipa vai jogar melhor”, considerou, prometendo que os seus pupilos transportarão para o campo a “ilusão” de todos os adeptos ‘colchoneros’ em atingir novamente a final.

Simeone assumiu a “tensão normal que todos sentem ante a responsabilidade”, num desafio em que espera um Real Madrid a “começar o jogo forte, como costuma fazer em casa”.

O técnico classificou de “espetacular” o trabalho do seu homólogo Zinedine Zidane, que pegou na equipa a meio da época passada.

“Com as dificuldades que tinha o Real Madrid nessa altura, essencialmente ao nível do grupo, conseguiu formar uma grande equipa e competir ao nível a que nos tem habituado, que é muito, mas muito bom”, justificou.

Sobre a arbitragem manifestou o desejo de que o britânico Martin Atkinson “passe despercebido”, sinal de que teve uma “boa atuação”.

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