As estatísticas revelam ainda que se verificaram o triplo de casos no desporto masculino em relação ao feminino, enquanto as irregularidades encontradas em competição são quase quatro vezes mais do que fora da mesma.

Mais de um quinto (22%) dos desportistas dopados, no total de 2.701, são fisioculturistas, nomeadamente 272 casos, 18% de atletas (227), 14% de ciclistas (179) e 13% de halterofilistas (160), com o futebol a surgir no sexto lugar, com 82 positivos, e a natação em nono, com 50.

Ao todo, foram apanhados 167 casos representantes da Rússia, 19% do total, pouco mais do que os de Itália, com 157 que significam 18% dos irregulares, surgindo Brasil, com 78 situações e 9% dos casos, já a distância mais considerável.

O Irão (70 casos e 8% dos casos) é seguido pelos Estados Unidos e França, ambos com 62 dopados que representam 7% do total.

Os 2.701 infratores encontrados em 2019 representam uma redução em relação aos 2.771 de 2018, e pressupõem o segundo valor mais baixo desde 2015, quando foram detetados 2.015 casos.

No último ano em que a AMA conseguiu reunir as estatísticas, foram feitas 278.047 análises, sendo que os positivos representam cerca de 1% do total: destes, só 1.535 foram punidos, 57%, enquanto 546 (20%) esperam a resolução dos seus casos.

Dos 1.535 atletas dopados, 1.183 eram homens e 352 mulheres, sendo 1.195 dos casos apanhados em competição e 340 fora: 1.525 dos positivos foram em testes de urina e somente 10 em sangue.

Ao todo, estiveram implicados desportistas de 115 países num total de 83 disciplinas.

O relatório indica ainda 377 resultados adversos não analíticos (não comparência, manipulação e posse, entre outros), sendo 351 de atletas de 47 nacionalidades e 26 de pessoal que consigo trabalha, referente a 13 países.

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