Depois de apenas nove meses no cargo, a diretora abandonou na sequência do escândalo em torno do antigo médico da seleção dos Estados Unidos, que foi condenado a várias penas de prisão de longa duração depois de ter sido considerado culpado em pelo menos 265 casos de violação, em muitas situações a atletas menores de idade.

“A presidente e CEO [diretora executiva] do ‘USA Gymnastics’ anunciou na segunda-feira ao quadro de diretores que se tinha demitido com efeitos imediatos”, anunciou hoje a federação.

Entre as demissões relacionadas com o caso está também a de Mary Lee Tracy, contratada na semana anterior e depois demitida, e a do anterior diretor-executivo, Steve Penny, esta em março de 2017, quando foi conhecido o caso.

A presidente honorária da instituição, Karen Golz, disse hoje que Perry liderou a organização “no meio de condições complicadas”, liderando um “progresso para estabilizar a situação”.

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