O ranking do último ano hoje divulgado pela revista norte-americana Forbes revela que o detentor do recorde de títulos de torneios do Grand Slam (20) deve as suas receitas essencialmente a contratos de publicidade e parcerias privadas.

A tabela, que refere os ganhos entre 01 de junho de 2019 e a mesma data de 2020, indica que somente 5,7 milhões de euros são provenientes de ganhos do seu desempenho no circuito ATP.

A estreia do tenista de 38 anos comando dos mais bem remunerados deve-se essencialmente ao recente acordo de 270 milhões de euros, a 10 anos, com a japonesa Uniqlo, uma multinacional que desenvolve e confeciona roupas casuais.

Acresce o facto de Federer, quinto em 2019, ser o segundo desportista em atividade a ultrapassar o limite de 100 milhões de dólares de receitas de publicidade em um ano, depois do golfista Tiger Woods.

Cristiano Ronaldo surge em segundo lugar da tabela com 94,3 milhões de euros, ligeiramente mais do que Lionel Messi (93,4), enquanto Neymar (85,8) fecha o trio de futebolistas com o quarto lugar no Top-10.

No caso do português, o salário da Juventus é a principal fonte de receita, representando 54 milhões de euros, sendo o restante em publicidade e promoção.

Messi, que caiu de primeiro para terceiro, ganha mais, 64,9 milhões de euros, contudo aufere menos nas parceiras.

LeBron James, estrela dos Los Angeles Lakers, da liga norte-americana de basquetebol (NBA), ganha um total de 79,2 milhões, completando o Top-5.

A primeira mulher no ranking, a tenista japonesa Naomi Osaka, ocupa a 29.ª posição, com receita de 33,7 milhões de euros.

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