“Qualquer clube ou jogador envolvido numa competição desse tipo, estará impedido de participar em qualquer competição da FIFA ou da sua respetiva confederação”, alertou o organismo do futebol mundial.

O comunicado da FIFA é assinado também pelos presidentes das Confederações asiática (AFC), sul-americana (CONMEBOL), da América central e Caraíbas (CONCACAF), africana (CAF), da Oceânia (OFC) e da Europa (UEFA).

A FIFA explica ainda que à luz dos seus estatutos e das diferentes confederações, “todas as competições devem ser organizadas ou reconhecidas pelo órgão competente no seu respetivo nível, pela FIFA a nível global e pelas confederações a nível continental”.

E, por isso, a UEFA e outras confederações reconhecem o Mundial de clubes, no seu atual e novo formato, como a única competição mundial de clubes, e a FIFA reconhece as competições organizadas pelas confederações como as únicas continentais de clubes.

Ao comunicado da FIFA e das confederações juntou-se o apoio da Associação das Ligas Europeias, presidida por Lars-Christer Olsson.

“Todas as Federações de futebol e Ligas profissionais na Europa reconhecem e seguem os estatutos da FIFA e da Confederação [UEFA], e isto orienta-nos nas nossas ações para parar esta iniciativa [da criação de uma Superliga europeia]”, refere o organismo.

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