A criação do fundo, financiado exclusivamente pela FIFA, resulta de um acordo estabelecido entre a Federação Internacional de Futebol e a Fifpro, o sindicato internacional de jogadores.

Relatórios recentes, entre os quais da Fifpro, “atestam a profusão de casos de salários em dívida, um pouco por todo o mundo”, indicou a FIFA, acrescentando que o fundo não cobrirá tudo, mas será uma “importante rede de segurança”.

“Este acordo e o nosso compromisso de ajudar futebolistas em dificuldade, demonstra a maneira como entendemos o nosso papel de instância dirigente do futebol mundial”, disse Gianni Infantino, presidente da FIFA, em comunicado.

Nos últimos cinco anos, “mais de 50 clubes em 20 países fecharam as portas, deixando centenas de futebolistas em dificuldade”, revelou ainda o presidente da Fifpro, Philippe Piat.

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