“A realização deste evento, especialmente pelo momento em que nos encontramos, é muito importante para a promoção e posicionamento de Portugal como destino turístico e como país seguro, apto a acolher grandes eventos”, apontou, em comunicado, a AHP.

Para a associação, a realização desta final terá também um impacto económico, estimando milhares de noites vendidas entre equipas, patrocinadores e jornalistas.

“Esta pode ser uma grande oportunidade de ter milhões de europeus com a sua atenção concentrada em Lisboa e Portugal. É também um importante sinal de confiança que as organizações internacionais depositam em Portugal, nas nossas instituições, nas nossas empresas e nos portugueses”, defendeu, citado no mesmo documento, o presidente da AHP, Raul Martins.

Segundo este responsável, o evento é também um bom “tiro de partida” para o turismo e para a retoma da hotelaria nas cidades, impactada pela pandemia de covid-19.

No entanto, Raul Martins ressalvou que o impacto direto na hotelaria “ficará muito aquém” do registado em 2014, quando a taxa de ocupação esteve próxima dos 100%, o que justificou não só com a pandemia, mas também com o aumento da oferta de alojamento.

“Este balão de oxigénio em agosto é um sinal de abertura e de estímulo para a economia da região mais ligada ao turismo”, concluiu.

A AHP é a maior associação patronal do setor, cujos associados representam mais de 65% do número de quartos da hotelaria nacional.

Lisboa vai receber a fase final da Liga dos Campeões de futebol em agosto, numa ‘final a oito’, em campos neutros e em apenas um jogo, anunciou hoje a UEFA.

O encontro decisivo estava previsto para o Estádio Olímpico Ataturk, em Istambul, na Turquia, que, em maio de 2018, tinha derrotado a ‘casa’ do Benfica nesta ‘corrida’.

A edição de 2019/20 da ‘Champions’, que foi suspensa em março devido à pandemia de covid-19, vai ser reatada com os restantes quatro jogos dos oitavos de final, seguindo-se o desfecho inédito em campos neutros, nos Estádios da Luz e José Alvalade, em Lisboa, confirmou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 443 mil mortos e infetou mais de 8,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.523 pessoas das 37.672 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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