O piloto da Haas, a mais modesta das equipas do pelotão em 2021, aproveitou a hora extra de testes que lhe foi permitida devido aos atrasos sofridos, na quinta-feira, pela equipa, para impor o melhor tempo da sessão, rodando em 1.33,207 minutos, batendo o espanhol Carlos Sainz (Ferrari) por 0,325 segundos.

O holandês Max Verstappen (Red Bull), campeão em título, foi o terceiro, a 0,804 segundos de Magnussen, que substituiu na equipa norte-americana o russo Nikita Mazepin, afastado na sequência das sanções aplicadas a atletas russos, devido à ofensiva militar da Rússia na Ucrânia.

O japonês Yuki Tsunoda (Alpha Tauri) foi o piloto que mais voltas efetuou (120), num dia em que o estreante chinês Guanyu Zhou (Alfa Romeo) voltou a ser o mais lento dos pilotos em pista.

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) terminou na quinta posição, a 0,934 segundos do mais rápido.

Ao contrário de anos anteriores, em que apostava sobretudo em longas séries de voltas com compostos médios, a Mercedes tem tentado, este ano, algumas voltas rápidas no final dos dias de trabalho com pneus mais macios.

Mas os pilotos da marca germânica têm-se debatido com algumas dificuldades de estabilidade do monolugar alemão.

A Alpine sofreu problemas de software e foi forçada a parar o francês Esteban Ocon, enquanto a Williams se debateu com problemas de aquecimento nos travões.

Já o australiano Daniel Ricciardo (McLaren) ficou fora da jornada de hoje, devido a um teste positivo à covid-19, e também estará ausente no terceiro e último dia de testes, que se realiza no sábado.

Esta é a segunda bateria de testes de pré-temporada, depois da realizada há duas semanas, em Barcelona (Espanha).

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