O heptacampeão mundial poderá assim, ao volante de um Mercedes, tentar um oitavo título mundial de Fórmula 1, feito inédito na história da modalidade, depois de ter igualado, em 2020, os sete conquistados pelo alemão Michael Schumacher ao longo da sua carreira (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004).

"Estou muito entusiasmado por fazer a minha nona temporada com os meus companheiros da Mercedes", revelou o piloto britânico, de 36 anos, dizendo ainda acreditar que a equipa vai "levar o sucesso ainda mais longe, ao mesmo tempo que procura sempre melhorar, tanto dentro como fora da pista".

Uma das "componentes mais significativas" da renovação, que foi revelada pela própria Mercedes, é o compromisso para uma maior diversidade e inclusão no desporto, juntando esforços para uma fundação conjunta.

"Estou igualmente determinado em continuar a jornada que começámos para tornar o desporto motorizado mais diversificado para as gerações futuras e estou muito agradecido à Mercedes por me apoiar nesse desiderato", disse Hamilton.

O piloto britânico fez a sua estreia na Fórmula 1 em 2007, pela McLaren, onde permaneceu até 2012 e pela qual conquistou o primeiro título da sua carreira, em 2008.

Em 2013, substituiu Michael Schumacher na Mercedes, tendo conquistado mais seis títulos desde então, em 2014, 2015, 2017, 2018, 2019 e 2020.

Pelo meio, atingiu vários recordes absolutos da modalidade, como o número de vitórias (95), pódios (165) ou ‘pole positions’ (98).

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