“Alguns elementos da minha equipa foram parados e foram-lhes apontadas armas quando deixavam na sexta-feira à noite o circuito, aqui no Brasil. Foram disparados tiros e apontadas armas às suas cabeças”, escreveu Hamilton na rede Twitter.

O piloto britânico, que se encontra em São Paulo para disputar no domingo, no circuito de Interlagos o Grande Prémio do Brasil, mostrou-se revoltado com a situação, que diz ser recorrente a cada ano.

“Isto acontece todos os anos aqui. A Fórmula 1 e as equipas precisam de fazer mais, não há desculpas”, escreveu ainda o piloto da Mercedes, dizendo que os membros da sua equipa estão a salvo, ainda que a tremer face ao sucedido.

Um porta-voz da Mercedes revelou também que alguns bens de valor foram roubados, mas que ninguém ficou ferido.

A questão da criminalidade não é nova nos Grande Prémios organizados na América do Sul e central: em 2016, no México, elementos da Mercedes foram roubados, em circunstâncias similares às de agora, e em 2010, no Brasil, o piloto Jenson Button foi alvo de um ataque à mão armada.

O Grande Prémio do Brasil, que se disputa no domingo, é o penúltimo da temporada, com a mesma a ficar concluída em 26 de novembro, com a corrida de Abu Dhabi.

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