“Temos de nos desprender desse resultado. Devemos ter um bom rendimento. Precisamos de duas meias partes extraordinárias para o conseguirmos. Jogar ao limite nas duas partes”, resumiu o técnico, na antevisão ao desafio caseiro com os ‘encarnados’.

O Dortmund tem média de golos sofridos superior a um tento por jogo, mas isso não preocupa o técnico de 43 anos, que destaca a importância da equipa estar “focada no objetivo”, considerando “irrelevante” o resultado, desde que, no fim, a sua equipa esteja entre as oito melhores da Europa.

“Temos de atacar, criar oportunidades e marcar golos. E defender de forma estável. Jogar em velocidade e entusiasmar o público. Explorar os nossos pontos fortes. O que conseguimos em Lisboa foi extraordinário, no entanto perdemos. São coisas que acontecem (…), mas conhecemos o nosso espírito e sabemos do que somos capazes”, avisou.

O médio ofensivo Marcos Reus, com problemas na coxa esquerda, será ausência de vulto nos germânicos: o técnico multiplicou-se em elogios ao seu pupilo e diz que ainda não escolheu a tática, pelo que só quando a tiver bem definida decidirá se o internacional alemão será substituído pelo japonês Kagawa, o norte-americano Pulisic ou o compatriota Schürrle.

“Acima de tudo, estamos muito contentes por termos a oportunidade de reverter o resultado. Vai ser um jogo extraordinário”, perspetiva.

Quanto ao internacional português Raphaël Guerreiro, que tem uma lesão muscular que hoje o impediu de treinar, só quarta-feira saberá se está apto a alinhar.

“Sabemos que temos de sofrer. O resultado é complicado. Precisamos de um dia em grande, pois o Benfica não é apenas um nome grande, mas um clube grande. Os jogadores sabem o que fazer, com grande personalidade e confiança. Nestes jogos decisivos, querem ser os melhores. Será um grande desafio para nós. Estamos preparados e convencidos que teremos um resultado positivo”, concluiu.

Por seu lado, o médio Gonzalo Castro assume que o 1-0 é um “resultado perigoso”, mas defende que a “qualidade” da equipa permite ao Borussia Dortmund estar “confiante” na qualificação.

“Já vimos como o Benfica é forte, pois consegue marcar até contra a corrente. Mas, fomos claramente melhores na primeira mão e isso torna-nos favoritos”, defende, ciente de que o Dortmund deve precaver-se na defesa para não ser surpreendido e tornar assim a missão “ainda mais difícil”.

O desafio de quarta-feira, que tem início às 20:45 locais (19:45 em Lisboa), será arbitrado pelo inglês Martin Atkinson.

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