Com 85 mil pessoas no mítico Estádio de Wembley, em Londres, o lateral grego Tsimikas converteu o penálti que deu o troféu aos ‘reds’, depois de Mason Mount ter permitido a defesa do guarda-redes brasileiro Alisson.

O Liverpool volta assim a levantar a Taça de Inglaterra, a competição de futebol mais antiga do mundo, algo que já não fazia desde 2005/06.

A equipa de Jurgen Kloop, que esta época já tinha vencido o Chelsea na final da Taça da Liga, igualmente nas grandes penalidades (11-10), continua a caminho do que poderá ser uma época histórica, já que pode juntar a Liga inglesa e a Liga dos Campeões aos dois troféus já alcançados.

A tarde só não foi perfeita para o Liverpool devido à lesão do avançado Salah, que teve que ser rendido pelo português Diogo Jota logo aos 33 minutos. O egípcio fica assim em dúvida para a final da ‘Champions’ frente ao Real Madrid, em 28 de maio, em Paris.

Jota manteve-se em campo até final e converteu com sucesso uma grande penalidade.

No primeiro ‘match point’, depois de Azpilicueta ter atirado ao poste, o guarda-redes Mendy, num duelo de senegaleses, ainda parou o remate de Mané e manteve o Chelsea na luta pelo título, mas depois nada conseguiu fazer perante Tsimikas, já após Mount ter falhado.

Por seu lado, o Chelsea, que tentava a sua nona FA Cup, sai de Wembley pela quarta vez seguida sem um troféu, depois de três derrotas seguidas na Taça de Inglaterra e uma na Taça da Liga.

Na última temporada, os ‘blues’ foram derrotados pelo Leicester (1-0) e, em 2019/20, sofreram um desaire com o Arsenal (2-1).

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