O Nacional vem de uma sequência de duas derrotas, com o Portimonense (1-0) e o Santa Clara (3-1), que significou também a primeira derrota caseira, mas Luís Freire desvalorizou esse fator.

“Esse jogo já foi há 14 dias. Tivemos muito tempo para reagir a essa derrota. Queríamos reagir com jogos, que é sempre mais fácil. Mas fomo-nos reagrupando. As derrotas servem, principalmente, para aprendermos com elas e evoluirmos e percebermos, dentro daquilo que é o nosso jogo, o que podemos melhorar. Há sempre momentos que não nos vão correr bem”, afirmou.

Luís Freire adianta também que a paragem do campeonato serviu, basicamente, para “recuperar alternativas e testar soluções”, antes de defrontar o campeão nacional e um dos candidatos ao título.

Para pontuar, o técnico do conjunto madeirense deixou a ‘receita': “Temos de ter uma atitude, uma concentração e uma superação acima da média. O nosso foco tem de estar acima da média para podermos alcançar aquilo que queremos”.

Luís Freire reconheceu o poderio do FC Porto, assinalando que “é uma equipa de Liga dos Campeões”. “Vamos ter de estar a um nível altíssimo. É o campeão nacional em título, com jogadores com vários títulos. É uma das melhores equipas, a nível coletivo e individual, senão mesmo a melhor de Portugal”, assegurou Luís Freire.

“O FC Porto é uma equipa com mais pontos fortes e menos fracos do que a maioria dos adversários e pode fazer a diferença no jogo coletivo ou no jogo individual”, referiu, elogiando a qualidade do seu próximo oponente.

Contudo, as dificuldades esperadas não inibem o sonho de pontuar. “Temos o sonho de chegar à baliza do adversário, ser felizes e alcançar a vitória, pois é para isso que lá vamos. Vamos dar o nosso máximo, sem ser uma equipa subserviente, mostrando a nossa qualidade, estando preparados para tudo”, disse, com convicção.

Sobre as recentes polémicas em torno da arbitragem, Luís Freire disse ter no “pensamento que o árbitro entra sempre em campo para fazer o seu melhor e tem agora a ajuda do VAR “, apontando ainda que nos últimos três jogos o Nacional sofreu cinco grandes penalidades.

Sobre a ausência de público, defendeu que já foi mais importante do que é agora: “No início notava-se mais, mas isso já passou. Com o tempo, as equipas vão-se habituando a jogar sem o público e vamo-nos adaptando”, analisou.

O Nacional, 10.º, com 10 pontos, desloca-se no domingo ao Estádio do Dragão, no Porto, onde, a partir das 20:00, defrontará o FC do Porto, terceiro, com 19 pontos, em partida relativa à 10.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que será arbitrada por Manuel Oliveira, da associação do Porto.

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