No Dragão, o inverno foi igual ao verão. Limitado pelo fair play financeiro, o FC Porto apostou em contratações cirúrgicas, permitindo ainda a saída de um jogador importante, ainda que não titular (Layún), e de outros "excedentários". Olhemos para o inverno dos portistas, então.

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Waris, avançado ganês, chegou ao FC Porto por empréstimo, vindo do Lorient, que milita na segunda divisão gaulesa. Chegou por empréstimo e já foi lançado por Sérgio Conceição, o que mostra que veio para jogar.

Para além de Waris, ao Dragão chegou também Paulinho. O brasileiro foi emprestado ao FC Porto pelo Portimonense e foi já titular no jogo de ontem que opôs os comandados de Sérgio Conceição ao Moreirense.

Por último, o regresso de Gonçalo Paciência. Depois de 11 golos em 25 jogos com a camisola do Vitória de Setúbal, o filho de Dominos Paciência regressa ao seu clube de formação para ser uma alternativa a Aboubakar, Marega e Soares (sendo que este último poderá ainda sair para a China, segundo alguns rumores).

Saídas

A principal saída do plantel portista neste mês de janeiro foi a de Miguel Layún. O versátil jogador mexicano, que fez 13 jogos e apontou 2 golos pelos portistas nesta primeira metade da época, era um dos elementos importantes do plantel de Sérgio Conceição, ainda que não somasse muitos minutos. Saiu por empréstimo.

Por empréstimo saíram também outros três jogadores: João Costa, guardião da equipa B que assinou pelo Gil Vicente; Juan Quintero, médio ofensivo colombiano que, depois de um empréstimo ao Independiente de Medellín, foi novamente emprestado, desta feita ao River Plate; e, por último, Walter. O "Bigorna" foi emprestado ao Paysandu, da Série B brasileira.

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