Tem sido uma janela de inverno "tímida" para o Benfica. O tetra campeão contratou apenas um jogador - que emprestou logo de seguida - e colocou alguns dos chamados "excedentários" (uns mais surpreendentemente que outros). Olhemos, pois, para as movimentações do Benfica neste "mini-defeso".

Entradas

Erdal Rakip. É este o nome da única contratação do Benfica neste mercado de inverno que, de resto, nem chegou a integrar o plantel de Rui Vitória. O médio centro sueco, que chegou a custo zero do Malmö, foi desde logo emprestado ao Crystal Palace na Premier League.

Saídas

A primeira (e mais emotiva) saída do plantel benfiquista deu-se ainda durante o mês de novembro. Júlio César, o Imperador brasileiro da baliza benfiquista, abandonou o clube. Há dois dias, soube-se que voltou "a casa" e ao "seu" Flamengo.

Depois três empréstimos que "desfalcam" a defesa benfiquista.

O primeiro, mais surpreendente - e daí talvez não, dada a temporada regular que Ruben Dias tem feito no eixo defensivo das águias -, foi o de Lisandro Lopez, emprestado ao Inter de Milão; os outros dois, nem tanto, foram os de Pedro Pereira ao Génova, onde vai ter a companhia de Iuri Medeiros e Miguel Veloso, e de Hermes ao Cruzeiro. Os laterais pouco ou nada jogaram com a camisola do Benfica, pelo que a saída parecia mais ou menos inevitável.

Quem também partiu foi Filipe Augusto. O médio brasileiro rumou à Turquia para representar o Alanyaspor, também por empréstimo por uma temporada e meia. Outro brasileiro, Gabriel Barbosa, recebeu também "guia de marcha". Meia temporada menos conseguida fez com que as águias terminassem o empréstimo do avançado brasileiro (que estava emprestado pelo Inter de Milão) que, entretanto, já rumou ao Santos.

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