NBA: "O Neemias quando é agressivo e vai à procura do afundanço, torna-se imparável"

As últimas exibições de Neemias Queta não têm valido apenas a proliferação de highlights nas redes sociais — têm merecido bastantes elogios pelo universo NBA. Neste episódio do podcast "Bola ao Ar" fala-se sobre este bom momento do poste português, mas também da recente escalada insurgente dos Knicks na conferência Este.
NBA:

Neste episódio, o João Dinis e o Ricardo Brito Reis falam sobre:

  • Os últimos tempos de Neemias Queta na NBA, mais concretamente os jogos contra os Pelicans e Pacers, têm sido sinónimo de minutos de utilização, elogios do treinador e colegas, ou highlights nas redes sociais — tudo coisas que podem significar mais um passo firme em direção a um contrato standard. Ricardo Brito Reis analisa os dois jogos, aponta o que o português fez de melhor e pior, e explica como os números da box score não contam a história toda de uma partida. No entanto, deixa uma nota: "o Neemias quando é agressivo e vai à procura do afundanço, torna-se imparável". Pará-lo, só "com recurso à falta".
  • A conversa depois tem de passar obrigatoriamente pelos aparentemente imparáveis New York Knicks, que vão com nove vitórias consecutivas e ocupam o 3.º lugar da conferência (à hora de publicação do podcast). Será tudo isto efeito OG Anunoby (jogador que chegou há pouco a Nova Iorque, proveniente de uma troca com os Toronto Raptors)? "O OG Anunoby tem algum impacto, obviamente, mas eu diria que aquilo que se calhar justifica mais este bom momento dos Knicks tem a ver com as vibes de Villanova [equipa Universitária onde Jalen Brunson, Josh Hart, Donte DiVincenzo e Ryan Arcidiacono jogaram juntos] e tem a ver com relações pessoais. Isto às vezes não é valorizado, e raramente acontece na NBA, mas é uma equipa que tem um contexto com muitas ligações pessoais que já existiam de outras paragens. Eu acho que isto tem influência no que está acontecer. Basta ver qualquer entrevista a Josh Hart ou Jalen Brunson, especialmente quando as perguntas são da outra malta de Villanova. É de bradar aos céus!", justifica Ricardo Brito Reis.
  • Perto do fim, já na rubrica que responde a algumas perguntas dos Patronos, uns largos minutos foram dedicados aos "incompreensíveis" Los Angeles Lakers. João Dinis, não obstante salientar que os feitos de LeBron James aos 39 anos de idade surpreendem até ao fã mais otimista da longevidade do King, considera que a equipa não pode estar satisfeita com o seu rendimento (9.º na Conferência Oeste, com um registo 25-25). "É miserável", diz. Já Ricardo Brito Reis salienta que mesmo com a toda a disponibilidade demonstrada por LeBron James e Anthony Davies a equipa "não consegue funcionar" e que "mesmo que acreditemos que se vão manter saudáveis o resto da época e joguem muitos jogos, a verdade é que parece não haver forma de a equipa começar a carburar". 

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