“Compete-nos, a todos, zelar pela credibilização das competições, de forma a aumentar o seu prestígio, dos seus jogadores, treinadores e árbitros, partilhando os valores da nossa organização: Rigor, Talento, Profissionalismo e Agregação (...) reitero o apelo à lealdade desportiva e à sã competitividade. O futebol português já provou ser um dos melhores do mundo. Saibamos, todos, estar à altura e desígnio desta indústria”, escreve Pedro Proença, em carta aberta a marcar o arranque oficial das competições profissionais.

Na mensagem que antecede o início dos campeonatos da I e da II Liga, Pedro Proença lembra ainda que o futebol profissional “é um setor de atividade sob escrutínio contínuo”.

“Da opinião pública ao jornalismo especializado, do mercado de valores e das instituições fiscais às instâncias de Justiça desportiva e civil, dos reguladores socioeconómicos às transversalidades da Política. Tudo isto implica uma resposta competente, séria e eficaz de todo o edifício do futebol profissional”, sublinha.

De resto, o presidente da Liga assegurou que o organismo a que preside está em condições “de dar resposta e apoiar todas as sociedades desportivas nos vários capítulos”.

“Os serviços estão ao dispor dos nossos associados, a resposta será sempre célere e entendemos que a atual relação orgânica entre todos os agentes do futebol profissional está ao nível das melhores práticas de governação. Fechámos, durante o defeso, o nosso objetivo estratégico comercial, definido em julho de 2015, no âmbito do plano de negócios que esta Direção apresentou aos associados”, escreve.

O dirigente saúda ainda os resultados positivos no plano financeiro alcançados pela Liga, que permitem inaugurar um novo capítulo no desporto.

“A responsabilidade e a exigência aumentaram para a Liga Portugal e para todos os seus associados. Após duas épocas em que o objetivo principal passou pela sustentabilidade económica das competições e a sua consolidação, entraremos num projetado período de desenvolvimento, rumo à consolidação definitiva do futebol profissional português”, argumenta.